9 de novembro de 2011

Grandes cientistas dentro da Fisica...

Arquimedes
 
Arquimedes de Siracusa foi um, matemático, físico, engenheiro, inventor e astrônomo grego. Embora poucos detalhes de sua vida sejam conhecidos, ele é considerado um dos principais cientistas da Antiguidade Clássica.
Entre suas contribuições a Fisica, está a fundação da hidrostática e da estática, tendo descoberto a lei do empuxo e a lei da alavanca , além de muitas outras. Ele inventou ainda vários tipos de máquinas para uso militar e civil, incluindo armas de cerco, e a bomba de parafuso que leva seu nome. Experimentos modernos testaram alegações de que, para defender sua cidade, Arquimedes projetou máquinas capazes de levantar navios inimigos para fora da água e colocar navios em chamas usando um conjunto de espelhos.
Arquimedes é geralmente considerado o maior matemático da antiguidade, e um dos maiores de todos os tempos. Ele usou o método da exaustão  para calcular a área sob o arco de uma parábola utilizando a soma de uma série infinita. Também descobriu a espiral  que leva seu nome, fórmulas para os volumes de superficies de revolução e um engenhoso sistema para expressar números muito grandes.
Durante o Cerco a Siracusa , Arquimedes foi morto por um soldado romano,  mesmo após os soldados terem recebido ordens para que não o ferissem, devido a admiração que os líderes romanos tinham por ele.  O túmulo de Arquimedes era  encimado por uma esfera inscrita em um cilindro.
Arquimedes teve uma importância decisiva no surgimento da ciência moderna, tendo influenciado, entre outros, Galileu Galilei  e Isaac Newton.

Blaise Pascal


Blaise Pascal  foi um fisico, matemático, filósofo moralista e teólogo francês e revelou ser gênio desde cedo. Na física, Pascal contribuiu no campo da hidrostática, desenvolvendo importantes estudos que tiveram como inspiração as descobertas do italiano Evangelista Torricelli sobre a pressão atmosférica que reanimou a velhíssima controvérsia sobre o "horror ao vácuo". Pascal, então, escreve um texto, Prefácio ao tratado sobre o vácuo, no qual trata da questão da Ciência e da tradição.





Anders Celsius

Celsius foi um astronômo sueco. 
Na família de Anders Celsius, a ciência não era assunto estranho. Seu pai e seu avô eram matemáticos e um tio, botânico.
O principal interesse de Celsius era a Astronomia. Tornou-se professor dessa ciência em 1730 e, dez anos depois, foi encarregado de dirigir um observatório recém construído. Foi o primeiro a estabelecer uma escala em que utilizava como pontos de referência a solidificação e a ebulição da água. De inicio atribuiu valor zero para a ebulição e 100 para o congelamento. Um ano mais tarde, inverteria esses valores.
Por sua simplicidade, tal escala viria a se tornar praticamente universal. Durante muito tempo, foi chamada de escala centrígada, mas em 1948, por convenção internacional, decidiu-se mudar seu nome para escala Celsius.




kelvin


Kelvin inventou a Escala Kelvin de temperatura. A temperatura está relacionada à energia de movimento das moléculas de um corpo, assim, ao diminuirmos sua temperatura, suas moléculas ficam mais lentas. Podemos imaginar um estado em que todas as moléculas estão paradas, ou seja, agitação térmica nula correspondendo à temperatura zero, a qual denominamos zero absoluto. Kelvin verificou experimentalmente que a pressão de um gás diminuía 1/273 do valor inicial, quando resfriado a volume constante de 0 °C para – 1 °C. Como a pressão do gás está relacionada com o choque de suas partículas com as paredes do recipiente, quando a pressão fosse nula, as moléculas estariam em repouso, a agitação térmica seria nula e a sua temperatura também. Conclui, então, que isso aconteceria se transformássemos o gás até – 273 °C. Assim, Kelvin atribuiu o valor zero para este estado térmico e o valor de 1 Kelvin a uma extensão igual à do grau Celsius, de modo que o ponto de fusão do gelo corresponde a 273 K e o ponto de ebulição da água corresponde a 373 K ( kelvin).

Gabriel Fahrenheit
Daniel Gabriel Fahrenheit  foi um fisico alemão, ainda jovem, mudou-se para a Holanda, onde se tornou fabricante de instrumentos meteorológicos.
Fahrenheit criou, em 1714, o primeiro termômetro de mercúrio. Até então, utilizava-se o álcool que, por ter ponto de ebulição bastante alto, não permitia medir temperaturas muito altas. Utilizando-se uma mistura de álcool e água, superava-se em parte esse problema, mas a dilatação desse material não era muito uniforme, impedindo que a escala pudesse conter subdivisões muito pequenas. O mercúrio evitava todos esses problemas.
Mais de uma década antes, Newton havia surgerido que se utilizassem duas temperaturas de referência para a construção de uma escala termométrica: a do corpo humano e a da solidificação da água. Propôs ainda que o intervalo da escala situado entre esses dois pontos fosse subdividido em doze unidades.
A parti dessa idéia, Fahrenheit acrescentou sal à água, para obter um ponto de solidificação mais baixo, ao qual atribuiu o valor zero. A seguir, deu à temperatura do organismo o valor 96. Depois, preferio adaptar esses dois pontos ligeiramente, de modo a obter o valor exato 32 para a solidificação da água pura. ( A escala resultante, que tem o nome de seu inventor, pareceu bastante conveniente a seus contemporâneos, a ponto de ser hoje utilizada, no dia-a-dia, em países de língua inglesa.)
As pesquisas de Fahrenheit com termômetros lhe permitiram confirmar que cada líquido apresentava um ponto de ebulição fixo. Também constatou que o ponto de ebulição variava com a pressão.
Em 1724, Fahrenheit foi eleito, pelo sucesso de seus trabalhos, membro da Royal Society.



Nenhum comentário:

Postar um comentário